Instagram explica como seus algoritmos ordenam posts no feed, nos stories e na aba Explorar

O Instagram deu mais detalhes sobre como decide quais posts são priorizados nas diferentes seções do aplicativo. A rede social afirmou que as informações foram divulgadas para ajudar os usuários a entenderem o funcionamento do feed, dos stories, da aba Explorar e do Reels.

Em comunicado divulgado nesta terça-feira (8), há explicações sobre como funcionam os algoritmos do Instagram. A rede social afirmou que não usa apenas uma solução, mas, sim, “uma variedade de algoritmos, classificadores e processos, cada um com sua própria finalidade”.

Segundo a plataforma, os usuários ficavam sem visualizar 70% dos posts em seus feeds em 2016, quando as fotos eram organizadas apenas com base na data em que foram publicadas. Naquele ano, a rede social fez mudanças para mostrar o que entende atrair mais o interesse de cada pessoa.

Feed e Stories

Os algoritmos usados no feed e nos stories levam em consideração centenas de sinais, como são chamados os critérios para definir o que aparecerá primeiro. Nessas seções, o objetivo é destacar o que foi publicado pelas pessoas que você segue.

Por isso, a rede social analisa, por exemplo, informações sobre o post. Isso inclui dados como o número de curtidas, horário em que foi publicado e, quando possível, a localização em que ele foi feito.

O Instagram afirmou que também avalia informações sobre o autor do post, o que inclui a frequência com que você interage com essa pessoa nas últimas semanas e se você costuma comentar nos posts dela. A rede social avalia ainda sua atividade recente, para entender os assuntos pelos quais você se interessa.

A partir dos sinais, são realizadas predições sobre o post, ou seja, tentativas de antecipar qual a probabilidade de você se interessar pelo conteúdo. “Adicionamos e removemos sinais e predições ao longo do tempo, trabalhando para entender melhor pelo que você se interessa”, explicou a plataforma.

Explorar e Reels

Na aba Explorar e na seção de vídeos curtos Reels, o objetivo é apresentar contas que você ainda não segue. Por isso, o Instagram analisa o histórico de posts que você curtiu, salvou ou comentou. A rede social busca outros usuários que interagiram com esses posts e, em seguida, analisa quais outras contas eles seguem.

 

Instagram Reels. — Foto: Divulgação/Instagram

Depois de chegar a um conjunto de fotos e vídeos que podem te interessar, o Instagram define como eles serão ordenados na aba Explorar e no Reels. De acordo com a plataforma, os posts são priorizados de uma forma parecida ao que acontece no feed e nos stories.

Nas duas seções, o Instagram leva em consideração informações sobre o post, sobre sua relação com quem o publicou e sobre sua atividade recente.

Pelas diretrizes da rede social, a aba Explorar não recomenda posts potencialmente perturbadores ou sensíveis. Enquanto isso, o Reels não destaca vídeos com baixa resolução e marcas d’água, ou que tratam de assuntos políticos.

Instagram explica ‘shadowbanning’

Ainda em seu comunicado, o Instagram também tratou de acusações de “shadowbanning”, a prática de limitar o alcance de posts sem uma explicação oficial.

“Reconhecemos que nem sempre fizemos o suficiente para explicar por que removemos o conteúdo quando o fazemos, o que é recomendável e o que não é, e como o Instagram funciona de forma mais ampla”, afirmou a rede social.

A plataforma alegou que nunca teve a intenção de deixar os usuários confusos e garantiu que está trabalhando em melhorias. Uma delas envolve notificações no aplicativo para indicar, por exemplo, por que um usuário teve o seu post foi removido.

O Instagram também explicou que, em alguns casos, os posts têm menos curtidas e comentários sem terem sido penalizados por “shadowbanning”. “A verdade é que a maioria dos seus seguidores não verá o que você compartilha, porque a maioria vê menos da metade de seu feed”, indicou a empresa.

Para o Instagram, fornecer mais contexto sobre como o conteúdo é classificado “é apenas parte da equação”.

“Podemos fazer muito mais para ajudá-lo a moldar sua experiência no Instagram”, afirmou a companhia. “Também precisamos continuar a aprimorar nossa tecnologia de classificação e, é claro, cometer menos erros”.

Fonte: https://g1.globo.com/

Facebook apresenta novas ferramentas para conversas entre clientes e empresas no WhatsApp e Instagram

O Facebook anunciou novas soluções para empresas conversarem com clientes pelo WhatsApp e Instagram. As novidades fazem parte da F8 Refresh, conferência da rede social para desenvolvedores realizada nesta quarta-feira (2).

No WhatsApp Business, versão corporativa do aplicativo de mensagens, as empresas terão como oferecer mais informações rápidas aos clientes. As conversas poderão contar com mensagens automáticas sobre o andamento de pedido ou o retorno de um produto ao estoque, por exemplo.

O serviço vai permitir ainda que clientes respondam a perguntas de múltipla escolha para não precisarem digitar nada. A ideia é permitir respostas curtas para que o atendimento fique mais ágil.

WhatsApp permite perguntas de múltipla escolha em conversas entre clientes e empresas

As empresas também conseguirão implementar mais rapidamente a API (Interface de Programação de Aplicações, na sigla em inglês) do WhatsApp Business, um conjunto de funções que permite acessar as conversas em outros softwares.

As mudanças nas conversas entre empresas a clientes ocorrem após o WhatsApp atualizar sua política de privacidade. Os novos termos entraram em vigor em 15 de maio, mas o aplicativo segue permitindo o acesso de usuários que ainda não aceitaram a alteração.

Segundo o Facebook, a instalação levava semanas e, agora, poderá ser concluída em cinco minutos.

A decisão foi tomada após um acordo do serviço com autoridades brasileiras para manter o funcionamento por pelo menos 90 dias.

A nova política do WhatsApp prevê que dados gerados em interações com contas comerciais, como as de lojas que atendem pelo aplicativo, podem ser usadas por empresas para direcionar anúncios no Facebook e no Instagram.

Com a mudança, o mensageiro também passa a prever uma coleta de informações maior. Entre elas, estão carga da bateria, operadora de celular, força do sinal da operadora e identificadores de Facebook, Messenger e Instagram que permitem cruzar dados de um mesmo usuário nos três serviços.

Conversas com empresas no Instagram

O Facebook já oferece ferramentas para empresas conversarem com clientes pelo Messenger desde 2016. Agora, elas também poderão realizar o atendimento pelo Direct do Instagram, que teve a API liberada.

As marcas poderão administrar as mensagens de clientes no Instagram por meio plataformas de terceiros. O objetivo, segundo o Facebook, é contribuir para conversas que aumentem a satisfação dos clientes e levem a mais vendas.

“Nossa visão é de que a mensageria seja a principal forma de comunicação entre as pessoas e as empresas”, afirmou o diretor de plataforma de parcerias do Facebook, Konstantinos Papamiltiadis.

“Queremos torná-la o mais conveniente, discreta e personalizada possível, nos mesmos aplicativos e recursos familiares que já são usados para se comunicar com a família e amigos hoje”, continuou o executivo.

Chamadas de vídeo em realidade aumentada

O software de realidade aumentada Spark AR também teve uma atualização. A ferramenta ganhou um recurso para desenvolvedores criarem experiências imersivas durante chamadas de vídeo.

Por meio da API conhecida como Multipeer, o Spark AR poderá ser usado para criar efeitos que façam os usuários se sentirem no mesmo lugar que outra pessoa.

O Facebook afirmou que, com a mudança, usuários distantes poderão simular que estão juntos no espaço ou ao redor de uma fogueira, por exemplo.

“Esse novo recurso de formato longo abre novas possibilidades empolgantes para criadores e desenvolvedores criarem experiências de RA para chamadas de vídeo no Messenger, Instagram e Portal”, afirmou Papamiltiadis.

fonte: g1

WhatsApp Pay: como vai funcionar o sistema de pagamentos pelo aplicativo

Serviço começou nesta semana e, por ora, só permite transferências entre pessoas físicas. Saiba como usá-lo.

O Facebook liberou o WhatsApp Pagamentos (ou WhatsApp Pay) para os usuários do Brasil em 4 de maio de 2021. Porém, como todos os novos recursos que chegam no aplicativo, a atualização é liberada gradualmente (em lotes) para as pessoas. Há uma maneira de forçar a função, mas depende de ter outra pessoa já com o acesso ao recurso. Saiba como ativar o WhatsApp Pagamento na sua conta.

WhatsApp Pagamentos existe desde 2020

O WhatsApp Pagamentos começou a funcionar no Brasil em 2020, mas em junho do mesmo ano o serviço foi suspenso pelo Banco Central, para que passasse por uma avaliação. Depois da aprovação para funcionamento do Facebook Pay no Brasil, produto do Facebook que processa os pagamentos via WhatsApp, o recurso voltou a ser liberado.

Como ativar o WhatsApp Pay na conta

A primeira coisa a tentar a fazer é atualizar o aplicativo do WhatsApp. Por se tratar de um recurso “novo”, a liberação da função pode estar atrelada à atualização do app.

Para atualizar um aplicativo, basta abrir a Play Store, no caso do Android, ou App Store, no caso do iPhone, e procurar pelo WhatsApp. Se houver uma atualização pendente, a opção “Atualizar” aparecerá no lugar da opção “Abrir”.

Depois disso, o recurso deve aparecer nas configurações do WhatsApp (ícone de engrenagem no iPhone ou no botão das três bolinhas, no canto superior direito, do Android e em “Configurações”).

Atualizei, mas ainda não apareceu o recurso Pagamentos

Bom, se não havia atualizações pendentes ou se a função para transferências de dinheiro pelo WhatsApp ainda não apareceu na conta, mesmo após ter atualizado o aplicativo, a alternativa é forçar o recurso, mas depende de conhecer alguém que já tenha acesso ao WhatsApp Pagamentos.

  1. Procure por alguém que já tenha o WhatsApp Pay ativado;
  2. Peça para essa pessoa enviar uma quantia para você, pode ser o mínimo de R$ 1;
  3. Se o seu aplicativo estiver pronto para receber o recurso (atualizado), o WhatsApp Pay vai ativar na conta e o balão com o valor da transferência será exibido no chat;
  4. Toque na opção “Aceitar pagamento”;
  5. O aplicativo prosseguirá com a configuração do cartão que receberá o dinheiro.

WhatsApp Pay (Imagem: Reprodução/WhatsApp)

Com quais bancos funciona e quem pode usar?

A lista inicial de bancos participantes do WhatsApp Pagamentos é a seguinte:

  • Banco do Brasil: Visa;
  • Banco Inter: Mastercard;
  • Bradesco: Visa;
  • Itaú: Mastercard;
  • Mercado Pago: Visa;
  • Next: Visa;
  • Nubank: Mastercard;
  • Sicredi: Mastercard e Visa;
  • Woop, a conta digital da Sicredi: Visa.

É preciso ter um cartão de débito (ou múltiplo com a função débito) para configurar a conta do Facebook Pay a ser usada no WhatsApp, para enviar e receber dinheiro no mensageiro. Também é preciso ter mais de 18 anos — o CPF é solicitado durante a configuração.

Com informações: WhatsApp.

Nova versão do Chrome corrige falha de segurança; recomendação é baixar logo

O Google começou a disponibilizar uma nova versão do Chrome, que corrige uma falha grave de segurança que vem sendo explorada por hackers.

A empresa, porém, informou que não dará detalhes do problema até que uma ampla base dos usuários tenha feito a atualização, o que evita a disseminação de sua exploração por novos invasores.

Site especializados estão recomendando que os usuários façam a atualização o quanto antes.

Em comunicado publicado em seu blog na quinta-feira (4), o Google informou que o Chrome foi atualizado para a versão 88.0.4324.150, que “inclui uma correção de segurança”, e que já está disponível para Windows, Mac e Linux.

As atualizações disponíveis podem sempre ser checadas na opção “Sobre o Google Chrome”, clicando no menu do navegador, ou diretamente pelo link: chrome://settings/help. Geralmente, o próprio Chrome sinaliza as novas atualizações com uma notificação em sua barra superior.

O Chrome informou que a falha, chamada de CVE-2021-21148, foi notificada à plataforma por um desenvolvedor em 24 de janeiro deste ano.

“O acesso aos detalhes e links sobre o erro deve ser restrito até que a maioria dos usuários tenha feito a atualização”, disse a empresa. “O Google está ciente de que há relatos de que o CVE-2021-21148 está sendo explorado.”

Link para baixar a nova versão: https://www.google.com/intl/pt-BR/chrome/

 

Clubhouse: o que nova rede social de áudio tem de tão especial?

Nada de textos, fotos ou vídeos. A Clubhouse, nova rede social que promete se tornar febre, permite apenas conversas por voz. Por enquanto, o acesso à plataforma é restrito e só consegue entrar quem recebe um convite. Apesar disso, a popularidade do aplicativo cresceu nos últimos dias.

No fim de janeiro, uma conversa entre o bilionário da tecnologia Elon Musk e o presidente-executivo do aplicativo de investimentos Robinhood, Vlad Tenev, por meio da Clubhouse, ajudou a impulsionar a plataforma e deu início uma corrida por convites de acesso ao serviço exclusivo.

Além deles, completam a lista de 600 mil usuários da Clubhouse famosos como Oprah Winfrey, Kevin Hart, Drake, Chris Rock e Ashton Kutcher.

Como entrar?

Até o momento, o aplicativo está disponível apenas na App Store. Para conseguir acesso, é necessário ser convidado por alguém já cadastrado no aplicativo. Cada usuário tem direito a dois convites. Quem é convidado recebe um link enviado por mensagem de texto no celular.

É preciso ter cuidado, pois se a pessoa violar os termos de uso, tanto ela quanto quem forneceu o convite podem ser banidos.

Segundo os criadores da rede social, a meta é criar uma comunidade engajada e concluir o estágio beta do aplicativo ainda em 2021 para que possam eventualmente “abrir o Clubhouse para o mundo inteiro”. Enquanto isso não ocorre, é possível fazer um cadastro na lista de espera e reservar um nome de usuário. Quando o acesso estiver liberado, a rede social enviará uma mensagem para o telefone do interessado.

 

App Clubhouse para iOS Imagem: Reprodução

 

Como funciona?

Após entrar no aplicativo, o usuário pode definir quais assuntos lhe interessam. Na timeline, aparecem salas de diversas temáticas, onde as pessoas conversam em tempo real por áudio.

Quem entra em uma sala entra como ouvinte. Se quiser falar, basta levantar a mão para que os moderadores deem a autorização, assim como no Zoom. Também é possível criar a própria sala para conversar com amigos e pessoas de várias partes do mundo.

Toda a comunicação ocorre apenas por meio da voz. Os áudios não podem ser gravados nem salvos.

História

Lançado em abril de 2020, a Clubhouse foi desenvolvido por Rohan Seth, um ex-funcionário do Google, e por Paul Davison, empresário do Vale do Silício. Pessoas ligadas à tecnologia foram as primeiras a usarem o aplicativo. Quase um ano depois, os fundadores comemoram o sucesso da rede.

“O Clubhouse pareceu atingir um verdadeiro acorde com as pessoas e se acelerou rapidamente nos últimos dez meses – de um pequeno punhado de testadores beta para uma rede diversificada e crescente de comunidades”, escreveram Rohan e Paul no blogo da Clubhouse.

“Na semana passada, dois milhões de pessoas em todo o mundo – músicos, cientistas, criadores, atletas, comediantes, pais, empresários, corretores de ações, líderes sem fins lucrativos, autores, artistas, agentes imobiliários, fãs de esportes e muito mais – vieram ao Clubhouse. É a coisa mais emocionante de que já participamos.”

Fonte:  https://www.uol.com.br/tilt/colunas/ricardo-cavallini/2021/02/06/clubhouse.htm

Telegram agora permite importar conversas do WhatsApp; veja como

Se você é um dos usuários que resolveram deixar o WhatsApp, mas tem dúvidas em relação à saída da plataforma do Facebook, o Telegram apresentou ontem (27) uma nova ferramenta que pode ajudar na sua decisão: quem optar pelo aplicativo russo poderá levar junto todo o seu histórico de bate-papo do WhatsApp.

A nova funcionalidade, por enquanto restrita a dispositivos com iOS, veio junto com a versão 7.4 do Telegram que, nas notas de atualização, prevê a opção de “mover seu histórico de chats de outros aplicativos como WhatsApp, Line e KakaoTalk para o Telegram”. Veja abaixo:

Logo em seguida, o Telegram lançou uma atualização de versão, com o número 7.4.1, que suprimiu a referência à ferramenta de migração. No entanto, você ainda consegue importar seus bate-papos diretamente do WhatsApp.

Como exportar as conversas do WhatsApp para o Telegram?

 

Para que a transferência do seu histórico de conversas seja feita do WhatsApp para o Telegram, é preciso que você tenha instaladas em seu dispositivo as duas atualizações recentes dos dois aplicativos. Após se atualizar, basta seguir o passo-a-passo abaixo para fazer a importação.

Perceba que não é possível importar os chats em lote. Você terá que transferi-los individualmente do WhatsApp para o Telegram. Veja como fazer:

  1. Abra o WhatsApp e toque na conversa que deseja exportar
  2. Acesse o menu de informações do contato, selecione a opção “Exportar conversa” (em alguns casos tem que clicar em “Mais” antes)
  3. Aí você verá as opções “Incluir arquivos de mídia” ou “Sem mídia”
  4. Escolha a que preferir, sabendo que incluir arquivos de mídia aumenta o tamanho da conversa
  5. Escolha Telegram no menu de compartilhamento e selecione o contato ao qual você deseja incorporar o chat importado
  6. Quando surgir o prompt para importar mensagens, selecione “Importar”. Está feito!